New trailer features AI-generated version of Val Kilmer, a year after his death
Nova tecnologia de Inteligência Artificial revive Val Kilmer um ano após sua morte.
Conteudo
TLDR;
Foi criada com tecnologia de IA a partir de imagens de arquivo, fotografias e gravações para reconstituir sua voz e aparência em diferentes idades. Os cineastas dizem que Kilmer havia assinado no projeto antes de sua morte e deu sua bênção aos filhos para continuar essa narrativa. A indústria está dividida porque muitos consideram o resultado perturbador e alertam para possibilidades de abuso e implicações éticas do uso de IA para reviver atores.
Resumo
Um novo trailer de As Deep as the Grave trouxe Val Kilmer de volta às telas com uma versão inteiramente gerada por A.I., exibindo o ator em idades diferentes no papel de um padre e guia espiritual no sudoeste americano. Segundo os cineastas, o projeto, anos em desenvolvimento, contou com a autorização de Kilmer antes de sua morte e com a bênção que ele passou diretamente aos filhos para que continuassem essa narrativa. A recriação realista se deve ao uso extensivo de material de arquivo — fotografias, filmagens, gravações e imagens — que, combinado a tecnologias de ponta, permitiu modelar rosto e voz; parte do mesmo processo foi aplicado em Top Gun: Maverick para restaurar a voz de Kilmer após o tratamento de câncer de garganta. A iniciativa reacendeu o debate em Hollywood sobre o uso de IA: há entusiasmo pelas possibilidades artísticas e pela preservação de performances, mas também inquietação quanto a questões éticas, consentimento, propriedade e riscos de abuso. A divisão na indústria reflete a necessidade de normas claras sobre quando e como representações digitais de atores falecidos ou incapacitados devem ser realizadas, e políticas públicas equilibradas seriam essenciais para proteger legados e direitos individuais no contexto digital atual.