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youtube.com 18/02/2026 SRT Sandbox

Claude Agentes de Código São Completamente Inúteis

Por Tom Delalande

Claude Tecnologia LLM Satíra

Conteudo

TLDR;

Os agentes de código do Claude construíram um compilador C em Rust do zero em duas semanas, que compila Hello World após correções de dependências, mas falha em compilar o kernel Linux na maioria das distros modernas sem configurações especiais como VMs. O compilador gera sintaxe incorreta em assembly, é extremamente lento como no caso de uma query no SQLite que leva mais de 2 horas em vez de milissegundos no GCC, e depende de testes existentes de projetos como GCC e SQLite para funcionar minimamente. Apesar das falhas, o autor prevê que LLMs como Claude serão adotados por hype inicial, gerando mais bugs e ineficiências no software, mas aumentando o número de jobs de programação para compensar.

Resumo

O vídeo critica duramente o compilador C em Rust criado por agentes de IA do Claude (da Anthropic) em apenas duas semanas, ironizando que, mesmo reescrevendo software de forma pior, ele pode substituir desenvolvedores modernos. O autor testa o projeto: o "Hello World" falha inicialmente por falta da biblioteca padrão (libc), exigindo correções manuais, e a compilação do kernel Linux gera erros em assembly básico, como sintaxe inválida em operações simples, falhando na maioria das distros x86 modernas – sucessos raros ocorrem só em RISC-V/VM. Apesar de compilar projetos como SQLite, o desempenho é catastrófico: consultas simples são 7x mais lentas, e uma subconsulta nested leva 2 horas (vs. milissegundos no GCC), um aumento de 158 mil vezes. O código depende de suítes de testes existentes (GCC, SQLite), não é inovador, custa caro (US$20 mil disfarçados), é lentíssimo e imutável pela IA sem quebrar tudo. Satirizando, o autor cria o "BCC" em 2 minutos – um script bash que usa GCC –, "melhor" que o original. Conclui que LLMs dominarão apesar dos defeitos, pois devs adotam hype (como JS, cloud), gerando mais bugs, vulnerabilidades e jobs, num ciclo vicioso de software pior, normalizado como "novo padrão". (198 palavras)