O plano de Trump para ganhar da China na corrida da IA
Por Olhar Digital
Conteudo
TLDR;
O plano de Trump consiste na criação do Techcorps, um grupo de até 5.000 especialistas em IA recrutando inicialmente 500 para promover e exportar a tecnologia americana a outros países em missões de 12 a 27 meses.. Essa iniciativa integra os Peace Corps e conta com financiamento do Banco Mundial para evangelizar a IA dos EUA, contrabalançando ferramentas chinesas mais leves e baratas como a DeepSeek.. O objetivo é garantir a adoção global da IA americana por meio de soft power geopolítico, fidelizando mercados e superando a China na corrida estratégica pela supremacia tecnológica.
Resumo
Em um programa de TV, discute-se a intensa corrida pela inteligência artificial entre EUA e China. O governo norte-americano anunciou o Techcorps, um grupo de até 5 mil especialistas em IA, recrutando inicialmente 500 profissionais para missões de 12 a 27 meses em outros países, integrados aos Peace Corps e financiados com apoio do Banco Mundial. O objetivo é "evangelizar" a tecnologia americana, garantindo sua adoção global e contrabalançando avanços chineses, como modelos leves e baratos da DeepSeek, que abalaram ações da Nvidia. Artur Igreja, especialista em inovação, destaca a estratégia geopolítica: os EUA usam soft power para fidelizar aliados, promovendo suposta soberania digital alheia, mas priorizando sua própria hegemonia em uma nova Guerra Fria tecnológica. Países menores carecem de escala para competir nos investimentos bilionários em infraestrutura de IA, comparáveis à reconstrução pós-Segunda Guerra. Em paralelo, Brasil e Índia firmaram acordo para suprimento de minerais críticos e terras raras, essenciais para chips, baterias e veículos elétricos. Com reservas significativas, o Brasil responde à dominância chinesa e tarifas americanas, acelerando pactos bilaterais bilaterais em meio a tensões globais, como vistos em negociações Mercosul-UE. (198 palavras)